Onde o Possível e o Impossivel se encontram

Domingo, 31 de Maio de 2009

Neste podcasting vai encontrar um pouco daquilo que eu sou, do que eu gosto de fazer e o que me faz sentir bem

 

Guião:

 

 

 Podcast

 

 

 A construção do meu podcasting..

 

Confesso que nunca tinha trabalhado com esta ferramenta, contudo, achei a experiência muito interessante e mesmo divertida, interessante no sentido que podemos fazer e aplicar mil e uma técnicas, efeitos musicas, cores, etc.. por forma a expressarmos os nossos pensamentos e recordações; divertida, pois funciona como um jogo, onde podemos colocar toda a nossa criatividade, que posteriormente pode ser colocada na Internet e servir como uma forma de markting pessoal, promovendo determinado conteúdo.

Foi sem duvida uma experiência positiva, no sentido, em que aprendi a trabalhar com outros programas como o “Animoto” e o “Edius”. Inicialmente iniciei o meu podcasting no Animoto, no entanto, como este dispunha de pouco tempo e como tinha muitas fotos, resolvi então fazer no Edius, um programa que a minha colega conhecia, este é um programa profissional de edição de imagem, onde se pode utilizar as mais variadas técnicas.

Não foi muito facil, pois era a primeira vez que fazia um trabalho deste tipo e a primeira vez que trabalhava com este programa, confesso, que levou algum tempo a realizar.

A desvantagem que este tipo de ferramentas possui é o limite de capacidade para alojar informação, é necessário fazer uma selecção daquilo que queremos colocar, o que por vezes não é fácil; outra das desvantagens é a dificuldade de acesso para quem não tem os programas necessários.

 

sinto-me:
música: Gaivota - Amália
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Possimpossivel por possimpossivel às 23:55

Neste Podcast vai descobrir um pouco mais de mim...

 

Guião:

 

Podcast:

 

 

No meu podcast, procuro contar aos outros um pouco sobre a minha história/percurso de vida.

De facto, a realização do meu podcast, permitiu-me reviver e repensar a minha história de vida e assim reavaliar alguns dos momentos da minha vida. Tenho a sensação de que algo se modificou dentro de mim e alterei algumas “convicções”. Tudo isto é vantagem. Além disso, ao postar o meu podcast num blog é me permitido divulgar um pouco da minha história ao grande público podendo, desta forma, incentivar outros a repensar a sua história de vida ou a reflectirem sobre aquilo que são.

Contudo, a realização de um podcast apresenta algumas dificuldades que nem sempre são fáceis de ultrapassar. Senti dificuldades, na realização da montagem do vídeo e na gravação do áudio. Nunca tinha realizado uma montagem, tenho por isso que agradecer ao Ricardo, e ler em voz alta tendo em conta a pontuação correcta, a entoação, o tempo, e a velocidade com que lemos, também não foi tarefa fácil. Contudo considero que os obstáculos foram ultrapassados e a experiência foi muito enriquecedora.

No entanto, estou consciente que no mundo virtual é possível que outros possam utilizar as informações transmitidas de forma pouco criteriosa.

Mesmo assim, aconselho, outros a fazer parte desta “rede”.

 

Possimpossivel por possimpossivel às 21:35

A minha versão de mim própria em Podcast:

Guião:

 

 Podcast:

 

Em primeiro lugar, escolhi a música. Queria que a banda sonora desta “curta-metragem” fosse significativa para mim - No Ceiling de Eddie Vedder. De seguida, seleccionei as imagens para elaborar o filme. Não inclui filmagens porque não as tenho mesmo e achei que filmar algo para o podcast seria forçado e não característico de mim. Criei o filme em primeiro lugar no Movie Maker, mas por causa das frases que queria colocar, decidi fazer no EDIUS, por ter mais poder de escolha e melhor estética. Não foi muito complicado, pois também não escolhi acções muito elaboradas.

Eu tinha duas ideias de linhas orientadoras para este filme: um currículo formal virtual e particularidades minhas. Começo por uma foto minha tirada por mim mesmo, isto porque adoro fotografias. Seguem-se fotografias das escolas que frequentei; considero que dizem sempre um pouco de nós mesmos e o nosso crescimento. Mostro também locais onde fiz voluntariado e projectos.

Em powerpoint, construi uma imagem feita de várias fotografias de filmes, series e musicas que adoro. Into the Wild tinha de estar no centro!

As últimas fotos referem-se às pessoas que mais adoro e que cresci com elas. Ao mesmo tempo, passam duas frases que são para mim lemas de vida: a primeira retirada do livro Romeu e Julieta e a segunda do filme Into the Wild.

Apesar de todas as técnicas que aprendemos na criação deste vídeo, penso que a maior vantagem é que nos faz pensar em nós e como nos vamos descrever. Além disso, é divertido!

 

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Possimpossivel por possimpossivel às 21:21

 Podcast deriva da junção entre a palavra iPod (marca do aparelho de media digital da Apple de onde saíram os primeiros scripts de podcasting) e broadcasting (transmissão de rádio e televisão). A junção destes dois programas faz com que podcasting seja um meio de obter arquivos de áudio que podem ser acedidos pela internet.

Ao certo o que é um Podcasting? Um podcasting é um mecanismo automático onde ficheiros multimédia são transferidos de um servidor para um cliente, que puxa a informação através de um arquivo XML que contém endereços de ficheiros. Genericamente, esses ficheiros contêm vídeo e áudio, mas também podem conter imagens, textos, PDF, ou outros tipos de ficheiros.

Como se faz? Um estudante, como nós, começa por produzir um ficheiro (por exemplo, um ficheiro de áudio em MP3) e disponibiliza-o na Internet. Isto ocorre através da disponibilização do ficheiro num servidor de acesso público. O único requerimento é que o ficheiro seja acessível através de uma URI que seja conhecida. Este ficheiro é normalmente referenciado como um episódio de um podcast. Por outras palavras, a série de arquivos publicados por Podcasting é chamada de Podcast. Podcast esse que pode ser visto, como exemplo, no seguimento deste post, uma vez que todas concretizamos o nosso ficheiro onde nos apresentamos e mostramos algumas das nossas particularidades através de uma curta montagem.

 

 

 

 

Bibliografia: www.sixhat.googlepage.com  www.wikipedia.org www.em.org.br/blog

 

 

 

 

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Possimpossivel por possimpossivel às 20:49

Sábado, 30 de Maio de 2009

   Hoje em dia pensar no futuro, não significa como há algum tempo a traz, falar dos jovens. Estes já não representam os sonhos, já não simbolizam a modernidade, a “responsabilidade da sociedade”. Como refere Giroux (2007), deixou-se de acreditar nos jovens. Verifica-se segundo este autor, uma “inversão das prioridades”, quer relativamente aos jovens quer à educação, o estado Neoliberal considera os jovens “uma ameaça a temer e um problema a controlar” (Giroux 2007:7), estes são vistos como responsáveis por grande parte dos problemas da sociedade, problemas esses, que o estado não soluciona, pois encara-os como problemas individuais, investindo assim, no castigo.

                                                                                                                               

   Vivemos numa sociedade onde o que é importante são “os valores do mercado”, estes sobrepõem-se aos “valores cívicos”. A educação desliga-se cada vez mais dos valores “democráticos”, passando a valorizar os “valores económicos” e comerciais, onde os alunos são expostos ao consumismo. O conhecimento está ligado cada vez mais à sua aplicação no mercado.

   O autor refere que mesmo a escola está a desenvolver uma sociedade individualista e egoísta, está a diminuir a interacção dos professores e dos alunos, assente na “solidariedades colectivas”.
   É evidente a valorização de determinados cursos considerados “relevantes” no mercado, pois traduzem o lucro no imediato, excluindo as ciências sociais, humanidades e artes, tudo está a ser pensado em favor do capital.
   É necessário que a educação se preocupe mais com questões relacionadas com a justiça, liberdade social, democracia, acção, mudança, exclusão e cidadania, de forma a garantir uma igualdade de oportunidades.
   É fundamental como refere Giroux (2007) ter um “pensamento utópico”, no sentido, de acreditar na possibilidade de construir um futuro diferente. No entanto, é necessário que os jovens tenham consciência da injustiça social, para assim, poderem lutar por uma sociedade democrática, construindo assim um futuro mais humano. 
 
GIROUX, henry. (2007), Tempo Publico e Esperança Educada: Liderança Educacional e a guerra contra os jovens. Mangualde: Edições pedago
 
 
 “A construção do discurso da diversidade e das suas práticas”                                        
                                        José Gimeno Sacristán
 
O autor, ao abordar o tema da diversidade e suas práticas, leva-nos a reflectir sobre as singularidades e idiossincrasias do ser humano. Como ele refere a diversidade é uma constante da realidade educativa. Faço minhas as suas palavras, quando ele defende que numa sociedade tolerante, liberal e democrática a diversidade é digna de ser respeitada.
Afinal, se a diversidade constitui uma normalidade, e se todos somos seres únicos, a não aceitação das diferenças do outro não implica a não aceitação das nossas diferenças? O autor aconselha-nos a “acostumar-nos a viver com a diversidade e a trabalhar a partir dela” (p.72). Nada mais sensato.
Ele considera que a educação causa e acentua essas diferenças.
Até que ponto se tem respeitado a diversidade? O ensino oferece de facto condições de igualdade?
Se a liberdade de expressão, a garantia à privacidade, o livre pensamento, o exercício da crítica, etc…são direitos que a sociedade democrática reconhece aos seus cidadãos, porque é que se continuam a verificar casos de “violação” desses mesmos direitos, como no caso do professor homossexual, que ao assumir a sua homossexualidade e ao expor e propor as suas ideias/sugestões foi despedido? São de facto situações que nos levam a questionar o conceito de democracia. Assim, podemos constar que o “poeta forte” a que se refere Richard Rorty, tem de enfrentar muitos dissabores para conquistar o seu lugar ao sol.
A educação deve contribuir para a formação de seres autónomos e cívicos, isto implica respeito pelo outro, claro.
Afinal, “ensinar é intervir na vida dos alunos de modo a que estes sejam diferentes do que seriam, caso não recebessem educação” (p.117).
Mas será pública a escola pública? Ao ser pública deveria ter conta os interesses de todos e não se deveriam verificar casos de exclusão.

 

Possimpossivel por possimpossivel às 16:30

      O texto fala mais propriamente da criação de um gabinete de apoio homossexual e lésbico para alunos do Campus da Universidade Liberal U, no Oásis Estados Unidos da América.

Apesar de ser um tema tabu, torna-se essencial ter a percepção que não somos todos iguais nem tomamos as mesmas decisões ou escolhas sexuais e Susan Talburt demonstra-nos isso mesmo. Ao abordar este tema, ela e outros defensores têm a real percepção da mentalidade e aceitação dos alunos da universidade. O panorama é difuso, existe os que apoiam e os que estão inteiramente contra a instituição do gabinete, alegando que o campus vai perder credibilidade e transmitir um estilo de vida imoral. Por outro lado, os defensores, afirmam que além de perceber os que não seguem o que está determinado, é preciso aceitá-los. Aceitar não implica deixar de tecer comentários homofóbicos, implica acima de tudo criar condições para que os que não seguem o status quo sintam que podem ser apoiados e esclarecidos.

Este gabinete existente no Oásis, é o exemplo da forma como se pode ajudar os que já tomaram a sua decisão e precisam de auxílio ou os que ainda estão indecisos e não têm ninguém que lhes mostre soluções, escolhas…

Não podemos esquecer que a universidade ainda é um local de formação e educação. Educação essa que deve passar por demonstrar e dar visibilidade ao conceito de diversidade que existe tanto no campus como no mundo em geral e aumentar a consciência da população educativa para tais factos. Criando uma sociedade mais liberal e receptiva à diferença.

Deveria existir um gabinete, de apoio a homossexuais e lésbicas, em cada campus? Acho boa ideia. E tu, o que achas?O texto: política de identidade, resposta, institucional e negociação cultutal: significados de um gabinete homossexual e lésbico num campus, aborda o tema homossexualidade, mais propriamente a criação de um gabinete de apoio homossexual e lésbico aos alunos do Campus da Universidade Liberal U, no Oásis Estados Unidos da América.
Apesar de ser um tema tabu, torna-se essencial ter a percepção que não somos todos iguais nem tomamos as mesmas decisões ou escolhas sexuais e Susan Talburt demonstra-nos isso mesmo. Ao abordar este tema, ela e outros defensores têm a real percepção da mentalidade e aceitação dos alunos da universidade. O panorama é difuso, existe os que apoiam e os que estão inteiramente contra a instituição do gabinete, alegando que o campus vai perder credibilidade e transmitir um estilo de vida imoral. Por outro lado, os defensores, afirmam que além de perceber os que não seguem o que está determinado, é preciso aceitá-los. Aceitar não implica deixar de tecer comentários homofóbicos, implica acima de tudo criar condições para que os que não seguem o status quo sintam que podem ser apoiados e esclarecidos.
Este gabinete existente no Oásis, é o exemplo da forma como se pode ajudar os que já tomaram a sua decisão e precisam de auxílio ou os que ainda estão indecisos e não têm ninguém que lhes mostre soluções, escolhas…
Não podemos esquecer que a universidade ainda é um local de formação e educação. Educação essa que deve passar por demonstrar e dar visibilidade ao conceito de diversidade que existe tanto no campus como no mundo em geral e aumentar a consciência da população educativa para tais factos. Criando uma sociedade mais liberal e receptiva à diferença.
Deveria existir um gabinete, de apoio a homossexuais e lésbicas, em cada campus? Acho boa ideia. E tu, o que achas?

 

sinto-me:
música: Village People - Y.M.C.A.
Possimpossivel por possimpossivel às 13:55

      A indústria do cinema pode influenciar milhões, ou pelo menos deixar muita gente a reflectir. Até o audiovisual já é utilizado nas escolas. Shirley R. Steinberg fala-nos de dois filmes do mesmo realizador homossexual: In & Out e Jeffrey. O primeiro representa um professor cuja sua homossexualidade é dada a público num discurso de vitória de um aluno. O professor Howard luta por provar que não é gay, mas é. Começa a ler livros e ver filmes de como proclamar a sua masculinidade, mas assim apercebe-se que de facto é gay. Contudo, o filme mostra uma visão muito estereotipada dos homossexuais: são os que usam cor-de-rosa, têm pulsos frágeis e vozes afeminadas. Para além disso, o texto que acompanha o DVD fala sempre no “coitado do Howard”. Infelizmente, ainda hoje ouvimos expressões como “coitado, é gay” como se fosse uma doença ou um defeito muito perigoso e grave. Já em Jefrrey, o filme conta a história de um homem que lida com os constrangimentos da Sida, pois a sua vida sexual é muito preenchida.
      Por um lado, temos um filme que estereotipia os homossexuais, vistos como más imitações de mulheres e sem sexo. Por outro lado, temos um filme que retrata um dos problemas que os homossexuais enfrentam devido ao seu grande sex-apeal. Como é óbvio, o que teve mais sucesso foi In & Out, talvez porque como não há cena de sexo, não fere susceptibilidades dos heterossexuais.
       Mais recentemente, temos filmes de grande sucesso como Milk e O Segredo de Brokeback Mountain: o primeiro é uma história real de homossexuais fisicamente efeminados mas politica e socialmente activos e críticos, enquanto que no segundo temos um romance fictício de dois homossexuais muito masculinos. 
      Tal como na escola, o cinema tende a seguir a heterogeneidade. Porém, assistimos a cada vez mais filmes sobre a temática homossexual; alguns não conseguem é demonstrar bem a normalidade que devia ser a homossexualidade por causa dos preconceitos sociais.

 

Possimpossivel por possimpossivel às 12:28

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

      Ser professor não é fácil: ser responsável por pessoas ainda em formação, faz do professor um exemplo a seguir. E o que acontece quando um professor é gay numa sociedade discriminatória? Eric Roffes conta-nos o seu caso. Apesar de já ter leccionado numa escola primária, o seu texto fala mais da sua experiência na universidade, com adultos portanto. Para além disto, Eric é um activista pela liberalização dos homossexuais, pois só assim criamos uma sociedade de oportunidades. Como professor, ele quer que os seus alunos se transformem em seres críticos e socialmente activos.
      Facilmente percebemos que Eric é um homem de fetiches e gostos excêntricos, como o sadomasoquismo. Combinar esta personalidade, com a sua escolha sexual e mais a sua profissão, colocam Eric numa posição profissional delicada. O dilema é: sendo ele professor, como pode incentivar os alunos a saírem do armário, sem os seus superiores pensarem que ele influencia os alunos a serem gay’s e com tudo isto, manter a sua privacidade? Para além disto, Eric tem de pensar sempre duas vezes de como vai responder, agir ou até vestir-se em certas situações, pois não quer perder o respeito mas também não quer perder a sua identidade. Até que ponto um professor deve incentivar os alunos a reflectir sobre a sua orientação sexual. Achamos bem, pois falar para quem não nos conhece bem, pode levar a más interpretações, sendo gay ou não.
      O não falar de sexo constitui, segundo Eric, um controlo social. Os homens têm de ter características de homens e as mulheres características de mulheres. Contudo, assim estamos a formar adultos frustrados com o medo das perspectivas dos outros, perspectivas que até podem levar ao despedimento de certos cargos, caso que aconteceu a Eric, logo depois de se ter afirmado, o que para nós constituiu um atentado aos direitos humanos e de liberdade de expressão.
      Consideramos que Eric não deva ir vestido de cabedal para as aulas, ou falar com uma voz demasiado afeminada, pois estamos num local de trabalho onde as relações com o nosso público não são pessoais. A ideia é chegar a um bom censo. Fora disso, penso que ele não deve ser alvo de discriminação somente por gostar de homens. Isso faz-nos pensar que a escola deva educar para a diversidade e não para estigmatismos. 
      Não podemos esquecer que a universidade ainda é um local de formação e educação. Educação essa que deve passar por demonstrar e dar visibilidade ao conceito de diversidade que existe tanto no campus como no mundo em geral e aumentar a consciência da população educativa para tais factos.
      Se vivemos numa sociedade democrática que deveria ser tolerante e liberal, onde a singularidade deveria ser respeitada, porque se continua a verificar casos como deste professor que foi “condenado” por se ter assumido publicamente.

 

Possimpossivel por possimpossivel às 21:40

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

      Continuando a trabalhar o video Epic 2014, realizamos esta Linha Temporal com os acontecimentos-chave desta prespectiva.  Esperamos que com esta sintese e apresentação de momentos mais importantes, o leitor possa apreender com mais exactidão o cerne do filme e a sua importância.

sinto-me:
música: Antony and the Johnson - Hope there´s Someonen live
tags:
Possimpossivel por possimpossivel às 19:18

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

  Há 6 anos, pouco se sabia o que era um blog. Hoje em dia, várias pessoas têm um. O blog veio substituir o típico diário. A partilha de histórias tornou-se mais do que um simples relato da vida quotidiana para ser um momento de reflexão, não só pessoais, mas também no que diz respeito à sociedade e ao que nos rodeia. A blogosfera tornou-se um espaço de transmissão de informação, um espaço aberto à comunidade em geral, que pode funcionar como um bom exercício de leitura, bem como de escrita “prazerosa”, ou seja, a blogosfera tornou-se um espaço e processo de formação.


      Um blogue, para alem de ser uma forma de publicação, é também uma forma de comunicação, pois constitui um meio de debate e confronto de perspectivas. A criatividade e o espírito de libertação de pensamentos tornam as pessoas seguidoras de blogs mais comunicativas e atentas ao que se passa. Democraticamente, todos têm a sua opinião, tendo consciência de que podem ser confrontados. Neste sentido, a blogosfera desenvolve o espírito crítico e a promoção da interacção social.


      Como todos os meios de comunicação, o blog tem também aspectos negativos, este pode ser utilizado para recriminar alguém ou algum grupo. É mais fácil discriminar alguém num blog do que num jornal. Por mais que se massifique, este nunca vai chegar a ser mais popular do que os jornais.

      No que se refere à educação, Fonseca (2007) refere que o blog pode funcionar como um meio de transmissão de informação entre o professor e aluno. Alguns docentes reconhecem nos blogues excelentes potencialidades no processo de divulgação de saberes e de construção de conhecimentos e aprendizagens dos seus alunos, quer enquanto recursos pedagógicos, quer enquanto ferramentas pedagógicas. O blog funciona assim como “Participação activa dos jovens na construção dos seus conhecimentos, (…) deixando de ser simples receptores de conhecimentos" (Fonseca 2007:53).

 


Bibliografia:


FONSECA, L.F.C (2007). Utilização dos blogues por Docentes de Ciências: um estudo exploratório. Universidade do Minho: Instituto de Educação e Psicologia

Possimpossivel por possimpossivel às 16:23

Sobre a criação do nosso blog

 

 O primeiro passo a ser dado para elaborar um blog é escolher um nome. Afinal de contas, essa vai ser a nossa identidade. Então como surgiu Possimpossivel? Que palavra estranha… Depois de muita discussão e algumas ideias, um elemento do grupo lembrou-se do episódio da série “How I Met Your Mother” em que uma das personagens mostrava o seu currículo virtual, tema abordado nas aulas de Aprendizagem e Comunicação em Rede. A explicação da personagem para justificar esta junção de palavras é que o possível e o impossível se podem encontrar. O mesmo pode acontecer neste blog, ao falarmos de Internet, Comunicação em Rede e informática.


      Chegamos então à etapa que se direcciona para a escolha gráfica do blog. Depois de nos decidirmos pelo sistema da Sapo (por uma questão de facilidade de acesso), tivemos a preocupação de criar um espaço de fácil leitura e com uma imagem moderna. Consideramos a imagem do nosso blog actual e legível. O contraste de cores facilíta a leitura dos post’s.


      Não encontramos dificuldades na elaboração deste blog, até porque já tínhamos criado um no mesmo site e este sendo na nossa lingua materna facilita muito mais o seu acesso. Sem esquecer que este meio de comunicação e divulgação de idéias se tem tornado, nos dias de hoje, o mais usual, mais prático, dinâmico e um excelente meio de divulgação de ideias, opiniões, informações e tudo o que quanto nos possa surgir.

 

                                                              
 

Possimpossivel por possimpossivel às 16:17

Terça-feira, 17 de Março de 2009

      A Internet permite-nos atravessar fronteiras, derrubar barreiras (físicas, materiais, económicas, culturais, pessoais e geográficas), partilhar ideias, e, sem dúvida, a adquirir competências cada vez mais exigidas no mercado de trabalho e numa sociedade cada vez mais competitiva. Em contrapartida, a internet, também pode levar ao isolamento e ao sedentarismo. Estas novas tecnologias conduzem à info-exclusão.


      O
EPIC 2014 retrata uma perspectiva sobre a evolução da internet, desde 1987, até ao aparecimento do EPIC que ocorrerá em 2014. Este é um filme que nos apresenta uma perspectiva muito negativa sobre um futuro próximo, onde a Google dominará a internet, o mundo e o próprio ser humano serão controlados pelas novas tecnologias, sem possibilidade de escolha e sem privacidade. Seria, de facto, uma ironia sermos dominados pelas máquinas que ajudamos a criar, mas mais ainda chegarmos à conclusão que as máquinas somos nós.


      Como refere Tim Berners-Lee, o importante é que saibamos filtrar a informação, “reusá-la e observá-la por um diferente ponto de vista combinada, limpa, fatiada”.

 

      Em suma, a Internet deveria ajudar a resolver problemas sociais, nomeadamente, a pobreza, exclusão social e igualdade de oportunidades como menciona Saramago e que tão pouco se fala entre nós. Com este panorama, devemos perceber e passar a ser produtores e não, meros consumidores de informação.

 

Possimpossivel por possimpossivel às 21:27

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